Curiosidades...Band-Aid.




Earl Dickson trabalhava para a Johnson & Johnson, que na época era o maior fabricante de esparadrapos cirúrgicos dos Estados Unidos. A esposa de Earl era desastrada e vivia se cortando. Para resolver o problema de Josephine Dickson, Earl deixava montada uma combinação de esparadrapo e gaze para que ela mesma colocasse caso viesse a se ferir. Com essa solução simples ela poderia colocar o curativo apenas com uma mão e não precisaria dele para ajudar. Acontece que depois de alguns acidentes, Earl observou que a cola do esparadrapo perdia a aderência, então passou a pesquisar uma maneira de manter a cola do esparadrapo conservada. 


Depois de testar vários tipos de tecidos conseguiu chegar a crinolina, semelhante ao cetim e que se adaptava perfeitamente ao que ele desejava. Earl deixou alguns prontos e quando Josephine cortou-se novamente, ela simplesmente retirou o tecido e colou o curativo no ferimento. 


Depois de algum tempo e outros cortes a mais, Earl apresentou sua invenção aos executivos da Johnson & Johnson. Eles gostaram tanto que os curativos foram colocados à venda, inicialmente, em hospitais. Depois, em 1947, decidiram vender ao público e batizaram com o nome de Band (faixa em inglês) e Aid (socorro, ajuda), por causa de first-aid (primeiros socorros). Earl Dickson foi recompensado e anos mais tarde tornou-se vice-presidente da Johnson, na mesma época, mais precisamente em 1933, quando a empresa chegava ao Brasil. 



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