Frase do dia...

"A tragédia da vida é que nos tornamos velhos cedo demais e sábios tarde demais".
Benjamin Franklin
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Curiosidades...Por que 1º de abril é o dia da mentira?

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão - o chamado calendário gregoriano - em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior - apelidados de "bobos de abril" - presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.

Você sabia???Como é feito o leite longa vida?

Esse produto precisa de um ambiente quase hospitalar para ser fabricado. Para começar, as pessoas que participam da linha de produção usam luvas, jalecos e máscaras e os equipamentos são esterilizados - ou seja, submetidos a um tratamento à base de água quente e produtos químicos, que apaga qualquer presença de microorganismos. Além disso, as salas onde esse tipo de leite é feito são isoladas, para evitar contaminação. Tudo isso serve como preparativo para evitar que bactérias intrusas coloquem por água abaixo a parte mais importante do trabalho: a esterilização do leite. É por causa dela, aliás, que o longa vida é conhecido como "leite UHT" - a sigla significa ultra high temperature ("temperatura ultra-alta", em inglês). O nome se justifica: na linha de montagem, o leite escorre por chapas de metal superaquecidas, alcançando 145 ºC durante dois segundos. Parece pouco, mas é o suficiente para matar todas as bactérias - na verdade, quase todas. "Nenhum processo industrial funciona 100%. Por mais você esterilize, sempre sobra algum vestígio de bactéria, que acaba crescendo com o tempo", diz o engenheiro Vinícius Ramos, vice-presidente da fábrica de laticínios Vigor. Pode não ser um processo infalível, mas é o suficiente para o leite agüentar pelo menos quatro meses na prateleira, à temperatura ambiente, sem estragar. Já os leites comuns, aqueles que a gente compra na padaria, não resistem mais do que quatro, cinco dias - e isso na geladeira, que evita em parte a reprodução das bactérias apodrecedoras. Para os críticos, o único problema do longa vida é o gosto, já que a temperatura da esterilização danifica as proteínas e gorduras que dão sabor ao leite. Ninguém é perfeito...

Humor...Cebolinha.

Curiosidades...Por que na Inglaterra se dirige pela esquerda?

Essa convenção de trânsito é seguida não apenas no Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda), mas também em várias de suas ex-colônias - como Índia, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia - e no Japão. Sua origem remonta à era medieval, quando a circulação a cavalo se dava pela esquerda para deixar a mão direita - a mesma que a maioria das pessoas usava para manusear a espada - livre em caso de luta. Para completar, em 1300 o papa Bonifácio VIII determinou que todos os peregrinos com destino a Roma deveriam se manter no lado esquerdo da estrada, para organizar o fluxo. Esse sistema prevaleceu até o século XVIII, quando Napoleão inverteu tudo, supostamente por ser canhoto, mas também para facilitar a identificação de tropas inimigas à distância. As regiões dominadas pelo imperador da França aderiram ao novo modelo de tráfego, enquanto o império britânico permaneceu fiel ao sistema medieval.
Desde então, dirigir pela pista da esquerda tornou-se uma questão de honra para a Inglaterra - tanto que, em 1859, um ministro inglês, em viagem ao Japão, conseguiu convencer o país a adotar o sistema de trânsito de seu país. Já os Estados Unidos, ansiosos para se desfazerem da herança cultural dos antigos colonizadores, adotaram o lado direito. Com o domínio mundial da indústria automobilística americana, o modelo napoleônico tornou-se padrão em quase todo o planeta. O último país a fazer a mudança foi a Suíça, em 1967.
Uma típica paisagem londrina, com os motoristas do lado contrário ao que estamos acostumados
 
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