"Pipas sobem mais alto contra o vento, não com ele".
WINSTON CHURCHILL
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Você sabia???Por que o burro virou símbolo da ignorância?
Por volta de 600 a.C., o burro já era tratado em histórias como teimoso, bobo e ignorante. Em uma das fábulas de Esopo – narrativas orais sobre animais com características humanas –, o burro veste uma pele de leão e tenta assustar as pessoas, até que é pego pela raposa em um deslize. Posteriormente, essas histórias foram passadas para o papel e popularizadas por Fedro, no século 1, e pelo francês Jean de La Fontaine, no século 17.
Palavras associando o burro à estupidez e à ignorância começaram a aparecer no século 2: a expressão asinina cogitatio (“raciocínio de burro”, em latim) fazia parte da obra de Lucius Apuleius, autor de O Asno de Ouro, sobre um homem que vira um asno. “Na língua portuguesa, o termo ‘burrico’ surgiu no século 12”, explica Mário Eduardo Viaro, também da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Curiosidades...Por que os planetas giram?
Mas, há uns 5 bilhões de anos, uma das regras mais importantes do Universo começou a fazer a diferença. Estamos falando da lei que diz que qualquer coisa que fique mais compacta acaba rodando mais depressa. É o que fazem os patinadores na hora do rodopio, encolhendo o corpo para girar rapidamente. No caso da nuvem, a rotação fez com que ela começasse a se condensar, e quanto mais ela se compactava, mais veloz ficava seu giro. Essa reação circular fez as partículas do centro da nuvem condensarem com tanta violência que a temperatura lá no meio chegou à casa dos milhões de graus Celsius. Foi o suficiente para disparar as reações nucleares que "acenderam" o Sol. Esse prato giratório, frenético, fez mais e mais partículas baterem umas nas outras.
Você sabia???Pessoas que ouvem música alta tendem a fumar mais maconha.
Pesquisadores da Universidade Erasmus MC, da Holanda, entrevistaram 944 estudantes, entre 15 e 25 anos. Eles queriam saber quanto tempo os jovens passavam escutando música alta no mp3 player ou na balada. E separaram os voluntários em dois grupos: quem ouvia música em níveis arriscados (acima de 89 decibéis – tão alto quanto o barulho de um cortador de grama – por pelo menos uma hora diária) e aqueles que não se expunham aos perigos da música alta.
A maioria dos jovens – quase 80% dos entrevistados –, se encaixou na “turma de risco”. Pouco mais de 30% deles ouviam música alta no mp3 player, enquanto outros 49% eram expostos aos “riscos da música alta” em bares ou shows.
Entre aqueles que ouvem música alta por conta, no iPod, a probabilidade de ter fumado maconha nas últimas 4 semanas era duas vezes maior do que entre os participantes do grupo “fora de risco”. O pessoal das baladas e shows fica de fora dessa, sendo a turma menos propícia a usar maconha. Em compensação, eles bebiam mais e faziam sexo sem camisinha com mais frequência.
A intenção dos pesquisadores é chamar a atenção para a relação entre o hábito de ouvir músicas altas e outros comportamentos de risco à saúde, como abuso de substâncias tóxicas e sexo sem proteção.
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