Frase do dia...


"Usamos os espelhos para ver o rosto e a arte para ver a alma'.
BERNARD SHAW
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Curiosidades...Existe algum alimento natural azul?

Não, e a explicação é tanto bioquímica quanto histórica. "Os corantes presentes nas plantas, cuja função é protegê-las, são substâncias muito sensíveis à luz, ao oxigênio e à acidez", afirma o engenheiro de alimentos Marcelo Alexandre Prado, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Enquanto os pigmentos verde e vermelho são mais resistentes, o azul se degrada rapidamente, a não ser que esteja em um ambiente alcalino, o que é raro na natureza, já que a maioria dos alimentos tem pH de neutro para ácido." Para piorar a vida dos rangos azuis, o homem nunca fez nada para ajudar. É que, desde a Pré-História, temos a tendência de associar cores a sabores. "A experiência cognitiva do ser humano relaciona cores quentes, como vermelho e laranja, a alimentos doces. O verde, por sua vez, é associado a comidas ácidas e azedas, como o limão. Já o azul remete a coisas mofadas ou estragadas", diz Prado. Por isso, pode até ser que, há milhões de anos, tenham existido alimentos naturais azuis, mas eles foram deixados de lado pelos nossos ancestrais e acabaram extintos. A não ser, claro, que você acredite que aqueles ovos vendidos no botequim da esquina são mesmo azuis... :-P
A cor azul é tão desestimulante para o nosso apetite que algumas dietas de emagrecimento até recomendam o uso de pratos azuis para diminuir a fome dos comilões!

Você sabia???Por que o milho tem "cabelo"?

Porque ele precisa desses fiozinhos para se reproduzir. Na verdade, os "cabelos" ou a "barba" do milho servem para transportar os grãos de pólen que vão fecundar os óvulos da espiga, dando origem aos frutos desse vegetal, os grãos de milho. "Tudo isso acontece por causa de uma característica bem peculiar: para garantir sua reprodução, o milho possui os dois sexos na mesma planta", diz o engenheiro agrônomo Manoel Xavier dos Santos, a Embrapa Milho e Sorgo, de Sete Lagoas (MG). O lado masculino é representado pelo pendão, a parte superior da planta que contém as flores com pólen. Já o lado feminino, representado pela espiga, tem como um dos sinais mais aparentes justamente os cabelinhos. Quando eles aparecem, cerca de dois meses depois do plantio, o milho já está pronto para se reproduzir. Nessa hora, as flores liberam uma grande quantidade de pólen - o total pode chegar a 20 milhões de grãos por planta! Com a ação do vento, o pólen acaba sendo carregado e cai nos cabelos do milho. Em seguida, cada um dos grãos de pólen caminha por um fio e fertiliza um óvulo, gerando espigas com até 800 grãos. No final do processo, a planta passa por uma espécie de "calvície" vegetal. "Depois da reprodução, os fios secam e caem facilmente do sabugo", afirma Manoel.

Humor...Cebolinha.

Curiosidades...Origem da pizza.

pizza Seus criadores foram mesmo os italianos. Mas existem várias hipóteses para explicar a chegada do ancestral da pizza à Itália. A principal delas conta que, três séculos antes de Cristo, os fenícios costumavam acrescentar ao pão coberturas de carne e cebola. Só que o pão deles era parecido com o pão sírio, redondo e chato como um disco. A mistura também foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura à base de carne de carneiro e iogurte fresco. "Durante as Cruzadas, no século XI, o pão turco foi levado para o porto italiano de Nápoles", conta o sociólogo Gabriel Bollaffi, da USP. Os napolitanos tomaram gosto pelo petisco e foram aperfeiçoando-o com trigo de boa qualidade para a massa e coberturas variadas, especialmente queijo. Nascia, então, a pizza quase como a conhecemos hoje. Faltava só o tomate, introduzido na Itália no século XVI, vindo da América, e incorporado como ingrediente tão básico quanto o queijo.
A mais antiga pizzaria que se conhece está em Nápoles e foi fundada em 1830. A pizza Margherita também surgiu nessa cidade, em 1889, feita de encomenda para o rei Umberto I e a rainha Margherita.
 
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